Desde o nascimento da ONG, em 1917, até hoje, boa parte de suas batalhas a favor do planeta aconteceram no mar. O primeiro barco do Greenpeace que chegou ao México, por exemplo, foi o Moby Dick, em 1996. Desde então, o Rainbow Warrior, o Arctic Sunrise e o Esperanza têm sulcado os mares mexicanos por diversos motivos.

Na imagem, o Moby Dick em frente ao porto de Veracruz.

Aqui, o Arctic Sunrise , no Pacífico Mexicano em 2004, cercado pelas Ilhas Coronado, onde o Greenpeace lutou contra a instalação de uma planta de gás natural da transnacional Chevron-Texaco.

Em torno de uma baleia inflável de 35 metros de largura, o Greenpeace Chile realizou a “Expo Baleia”. A exposição fotográfica, que ocorreu entre 21 e 24 de agosto no Parque Balmaceda, na cidade de Inquique, teve como objetivo educar e sensibilizar a população sobre a importância de conservar os cetáceos (mamíferos aquáticos, como a baleia, os golfinhos e as toninhas).

As atividades ocorreram concomitantemente a um projeto que circula na Câmara dos Deputados, o qual prevê a proteção das baleias chilenas. Através da ação, o Greenpeace intenciona que o projeto seja aprovado unanimemente pelos deputados e que, assim, o santuário baleeiro consolide a atual política de conservação e proteção dos cetáceos no Chile antes de outubro deste ano.
No marco da campanha internacional “Chega de Contaminar”, ocorrida em 2001, o Greenpeace México fechou simbolicamente uma drenagem pluvial pela qual a empresa Pemex despejava compostos perigosos e cancerígenos nas águas de Coatzacoalcos.

“ 'Pajaritos' é a planta mais contaminante da Pemex petroquímica. É contaminante em seu processo, suas emissões e em seu produto final, o plástico PVC”, denunciou o Greenpeace.

Realmente, o Greenpeace se encontra em um período um tanto quanto “marítimo”. A sede da organização na Nova Zelândia acabou de criar
uma lista dos principais peixes que não deveriam ser comercializados por pesqueiros. Se determinado peixe que consta na
lista estiver à venda em um pesqueiro, significa que o dono do comércio não está tão interessado no consumo sustentável assim.
Não é preciso criar um longo discurso sobre o drama da pesca ilegal, uma vez que suas conseqüências são muito claras. A prática da pesca ilegal pode acarretar a extinção de cardumes e espécies inteiros.
Ao todo, constam 12 peixes na Red Fish List. Se você está interessado na causa do Greenpeace, confira
aqui.
Uma recente pesquisa revela que 82% dos australianos querem que a exportação de carvão em seu país acabe completamente ou, ao menos, sofra uma redução substancial. A expansão do carvão exportado em Queensland, por si só já criaria uma emissão adicional de gases-estuda igual a 80% do que é emitido hoje em toda a Austrália. A luta contra a expansão do carvão em Queensland pode ser facilmente compreendida se considerarmos que ela equivale à poluição resultante da emissão de CO2 por 65 grandes usinas movidas à carvão.

Na imagem, uma passeata que aconteceu em novembro de 2007 na Austrália, já exibia o descontentamento da população com essa alternativa energética.
Veja os resultados da pesquisa numa reportagem da Essential Report
aqui.
O barco militante do Greenpeace, "Arctic Sunrise"Segundo recente pesquisa nos mares espanhóis, a venda excessiva de peixes e frutos do mar tem trazido grandes problemas para o país. Além do número muito alto de produtos disponíveis, nem sempre eles se encontram em boa qualidade, devidamente etiquetados e refrigerados, o que pode comprometer tanto o sabor quanto a qualidade do peixe. Naturalmente, o Greenpeace é contra a pesca abusiva em alto-mar – já mostramos aqui diversos casos de pirataria pesqueira e as medidas do Greenpeace para que tais excessos deixem de acontecer -, mas até incentiva os mercados que estão agindo corretamente ou estão próximos a uma redistribuição saudável de frutos do mar.
A lista do Greenpeace foi apresentada à bordo do navio “de guerra” da organização, o Arctic Sunrise, na manhã de ontem. O primeiro lugar na lista – ou seja, o mercado com melhor classificação no ranking – foi destinado à rede de supermercados LIDL.

O navio de militância do Greenpeace aportou ontem em Lisboa, depois de alguns longos e agitados dias de viagem. A embarcação chegou pela manhã, enquanto a cidade portuguesa começava a despertar e voltar à rotina frenética de todos os dias. O barco fez porto em território lisboeta para ajudar na campanha do consumo sustentável de peixes, uma questão que vem sendo estudada com cada vez mais atenção em Portugal.
A intenção do Arctic Sunrise (e principalmente de seus tripulantes) é de promover a criação de uma rede de reservas marinhas no mar português, não permitindo nenhum tipo de extração, seja vegetal ou animal. O Greenpeace deseja que esta área se torne um santuário para peixes e corais.

A falta de políticas públicas adequadas para proteger as florestas do México é a principal causa das tragédias que agora chamamos ambientais. Em 2007 presenciamos uma dessas tragédias em Tabasco e Chiapas. Ali, o Greenpeace denunciou que a situação das florestas em Tabasco contribui para agravar o impacto das inundações que assolaram a região. Agora, o país enfrenta a ameaça de perder o Gran Bosque de Agua devido a construção de uma estrada no local, o que pode causar falta de água para grande parte da população, a extinção de muitas espécies de animais e inundações nas áreas urbanas.

Depois de seis meses de campanha pela (R)evolução Energética na Austrália, o navio Esperanza se despediu em grande estilo. A população local construiu uma turbina de vento gigante. Apesar de não ser de verdade, mas sim uma instalação artística produzida com mais de 3.000 velas, o monumento desperta atenção para a necessidade de uma matriz energética mais limpa e renovável na Austrália.

A mensagem do Greenpeace e de mais 7.000 pessoas que visitaram o Esperanza em sua viagem de mais de 2.000 Km de Sydney a Cairns que está sendo enviada para o primeiro ministro, Rudd, é: A Austrália precisa de uma revolução energética- energia renovável, não carvão, é a única forma de prevenir os impactos catastróficos das mudanças climáticas.

O fotógrafo Michael Amendolia capturou a Grande Barreira de Recife que fica próxima a Goorganga Wetlands, na Austrália.

O Greenpeace fez um slideshow com as imagens produzidas de forma a conscientizar sobre a gigante biodiversidade da região que está ameaçada pelo aquecimento global.


Entre as belíssima imagens estão o movimento migratório anual das baleias, além de visões aéreas e submersas dos recifes.

Confira mais imagens
aqui.